michelle. 23 anos. filósofa na academia. vagabunda no mundo.
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diferenssas
31.12.06 - 10:39 p. m.
impossível não pensar sobre as memórias do ano que se passou no dia em que todos param suas vidinhas para comemorar o novo que está chegando com festas e fogos de artifício que fazem os animais tremerem e chorarem de medo, como fibi em meu colo.
ano muito intenso.
talvez mais que a média dos anos anteriores. muitas crises, muitos momentos intensos - "bons" e "ruins" -, alguns problemas psicológicos, descobertas, pessoas que nem imaginava entrando em minha vida e quebrando todos os pré-conceitos que eu tinha, momentos maravilhosos, pessoas inesquecíveis, experiências únicas, risos, choros, dias sem sair de casa, problemas de saúde, paixões, amor, remédios, distâncias, transformações, mudanças, adaptações, decisões, caminhos, escolhas, amor, amor, amor, crescimento.
sinto-me muito renovada e diferente. sempre estamos diferentes, todos os dias, todas as horas e segundos, mas sinto-me uma nova diferente pessoa em relação aos outros anos. algo como se uns 5 anos estivessem passado.
uma das coisas mais interessantes dentro do que penso agora é que estou julgando pouco e tentando ao máximo julgar menos ainda, sendo feliz, trabalhando meu inconsciente horrores com os vários sonhos reveladores que tive, fazendo, na maioria das vezes, o que quero sem medo - ou ao menos indo para onde o medo está, mente aberta para novas idéias e pessoas - mesmo que aparentemente não me pareçam agradáveis, tentando superar bobagens mundanas, lendo mais, comendo sem culpa, amando sem culpa, tentando "ser" sem culpa. posso dizer que algumas pessoas foram muito importantes para estar como estou agora e tentar o que tento agora. pessoas que me proporcionaram momentos e reflexões que nunca esquecerei.
e é isso aí, que venha o próximo ano.
sempre bom pensar em anos, porque dá todo aquele medo de um período estabelecido pela frente, com coisas e pessoas inesperadas, como todo ano.
feliz, posso dizer feliz.
e sem resoluções, melhor assim.